João Nogueira ‎– Vida Boêmia (1978)

User Rating: / 1
PoorBest 

João Nogueira ‎– Vida Boêmia (1978)

Image could not be displayed. Check browser for compatibility.


A1 	Bares Da Cidade 	3:08
A2 	Moda Da Barriga 	1:40
A3 	Baile No Elite 	2:30
A4 	Bate Bôca 	3:05
A5 	Recado Ao Poeta 	3:15
A6 	As Forças Da Natureza 	3:15
B1 	Maria Rita 	2:52
B2 	Bela Cigana     Featuring – Clara Nunes	2:42
B3 	Amor De Fato 	2:38
B4 	Sem Médo 	3:32
B5 	A Cor Da Esperança 	2:55
B6 	Ao Meu Amigo Edgard 	2:05

Arranger, Conductor – Geraldo Vespar 
Bass – Luizão
Bassoon – Airton Lima Barbosa
Cavaquinho – Manoel Do Cavaco, Neco
Clarinet – Netinho
Cornet – Maurilio
Drums – Wilson das Neves
Flute – Ronaldo
Guitar – Roberto Nascimento
Mandolin – Joel Do Bandolim
Percussion – Elizeu, Luna, Marçal, Oswaldo
Portuguese Guitar – Dino
Saxophone – Aurino
Surdo – Gordinho
Trombone – Nelsinho
Violin – Pareschi

 

Composer João Nogueira has had his songs recorded by Elis Regina, Clara Nunes, Emílio Santiago, Beth Carvalho, Alcione, and many others. His many popular successes include "Mineira" (with Paulo César Pinheiro), "Chorando Pelos Dedos" (with Cláudio Jorge), "Súplica" and "Cachaça de Rolha" (with Pinheiro), "Um Ser de Luz" (with Pinheiro/Mauro Duarte), "Dois de Dezembro -- Dia do Samba" (with Nonato Buzar/Paulo César Feital), and "Maria do Socorro" (with Carlinhos Vergueiro). As an interpreter, he had success with "O Passado da Portela" (Monarco), "Enganadora" (Monarco/A. Lopes), "Pimpolho Moderno" (Nelson Cavaquinho/Gerson Filho), "Se Segura, Segurança" (with Edil Pacheco/Dalmo Castelo), and "É Disso que o Povo Gosta" (Carlinhos Vergueiro).

João Nogueira learned to play the guitar by ear. At 15, he started to write his earliest compositions, together with his sister Gisa Nogueira. In 1968, he had his composition "Espera, ó Nega" recorded by the group that would become the Nosso Samba. Two years later, Elizeth Cardoso recorded his "Corrente de Aço," which was his definitive passport to the samba scene. In 1971, he debuted as a singer, recording "Mulher Valente É Minha Mãe" and "O Homem de Um Braço Só." In the same year, Clara Nunes recorded "Meu Lema" and "Morrendo de Verso em Verso," and Eliana Pittman, "Das Duzentas pra Lá." Also in 1971, he was accepted at the prestigious Ala dos Compositores (Composers' Section) of the Portela samba school (with the samba "Sonho de Bamba"). In 1974, he had his first LP released, E Lá Vou Eu. In the '90s, Nogueira recorded two CDs that were lauded by critics: Parceria (Velas, 1994), in which he sings songs written with his partner Paulo César Pinheiro throughout 22 years; and Chico Buarque -- Letra e Música, another duo effort, this time with pianist Marinho Boffa, representing a balanced work between music and lyrics, as the title suggests. ---Alvaro Neder, Artist Biography, allmusic.com

 

 

Nasceu em 12 de novembro de 1941, no Rio de Janeiro, RJ; e morreu em 5 de junho de 2000, no Rio de Janeiro, RJ. Importante intérprete de Noel Rosa, Paulinho da Viola, Martinho da Vila, Élton Medeiros, Cartola e Nelson Cavaquinho, o cantor e compositor João Nogueira aprendeu tocar violão de ouvido e com 15 já compunha com sua irmã, a também compositora Gisa Nogueira. Por volta de 1958 freqüentou o bloco carnavalesco Labareda do Meyer, do qual chegou a ser diretor. Já com diversos sambas compostos mas ainda restritos ao pessoal do Labareda, coube a Airton Silva (filho do saxofonista Moacir Silva, então diretor da gravadora Copacabana), também integrante do bloco carnavalesco, viabilizar a gravação, em 1968, da música “Espera, ó Nega”. Neste samba, João foi acompanhado por um conjunto de samba que depois passou a se chamar Nosso Samba. Com 29 anos, João Nogueira compôs a canção “Corrente de Aço” que foi gravada por Elizeth Cardoso, graças à apresentação de outro freqüentador do Labareda, Paulo Valdez (compositor e filho da cantora). Adelson Alves, radialista da Rádio Globo tornou-se seu produtor e, em 1970, Nogueira lançou o disco Quem Samba Fica, com destaque para as faixas “Mulher Valente é Minha Mãe” (... “Dos seus 72 de existência / Tem 50 de sofrência / Mas não é de se encostar / Ela lava, ela passa e cozinha / E ainda vê três novelas na televisão...”) e “O Homem de um Braço”. Em 1971, Clara Nunes lançou “Meu Lema” (composta com Gisa Nogueira) e “Morrendo de Verso”; Eliana Pittman gravou “Das Duzentas pra Lá”. Com “Sonho de Bamba” – gravada em LP em 1972 – João Nogueira venceu um concurso na Portela, passando a integrar a ala dos compositores da escola. Em 1974 lançou o LP E Lá Vou Eu e, no ano seguinte, Vem Que Tem, que trouxe a música “Mineira”, inspirada na cantora Clara Nunes, com citações de versos de outro mineiro, Ary Barroso. Sempre fiel ao samba e às suas representações, João Nogueira formou um time de craques (Luizão, no baixo; Wilson das Neves, bateria; Marçal, Luna e Eliseu no tamborim; Jorginho, no pandeiro, Moacyr Santos e Oberdan, nos saxs; e Dino e Rafael Rabello, nos violões 7 cordas) para gravar, em 1980, o disco Na Boca do Povo, repleto de sambas, maxixes, partidos-alto e sambas-canções. Na década de 90 gravou quatro discos (Além do Espelho, de 1992; Parcerias – João Nogueira e Paulo César Pinheiro – Ao Vivo, de 1994; Chico Buarque, Letra & Música – João Nogueira e Marinho Boffa, de 1996; e João de Todos os Sambas, de 1998), sempre reforçando e renovando a cultura sambística através de suas interpretações, recheadas de carioquismo, malícia e ritmo. Em 1999, o último registro: Esquina Carioca - Uma Noite com a Raiza do Samba, onde João cantou ao lado de Beth Carvalho, Dona Ivone Lara, Walter Alfaiate, Moacyr Luz e Luiz Carlos da Vila em show gravado ao vivo no Tom Brasil em São Paulo. Depois de cinco derrames, uma isquemia cerebral e um acidente vascular cerebral, João Nogueira morreu em 5 de junho de 2000. ---letras.com.br

download (mp3 @320 kbs):

yandex mediafire ulozto gett bayfiles

 

back